Desde o dia 28 de agosto quando o Ministério Público do Rio Grande do Norte divulgou uma nota em que dizia, entre outras coisas, que “em decorrência de notícias veiculadas na imprensa nos últimos dias referentes à Operação Dama de Espadas, comunica o seguinte: veja link clicando aqui [1], não se ouviu falar mais no assunto.
Fato é que a Operação Dama de Espadas desencadeada no dia 20 de agosto, portanto há quase 30 dias, que tinha como objetivo investigar o desvio de recursos na Assembleia Legislativa, através da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Polícia Militar, no afã de descortinar esquema estruturado no âmbito da Casa, através do qual uma refinada associação criminosa composta por alguns servidores públicos do órgão, com auxílio de um gerente do Banco Santander, se utilizavam de “Cheques Salário” como forma de desviar recursos em benefício próprio ou de terceiros, parece aquela famosa música “Conceição”, ninguém sabe ninguém viu.