O líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), defende que o socorro oficial aos bancos privados em situação crítica diante da crise econômica mundial, siga o modelo adotado nos Estados Unidos e em alguns países europeus. O auxílio financeiro, quando necessário, seria provido diretamente pelo Tesouro Nacional, e não pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, como está propondo o governo. A tese, segundo analistas políticos, tem pouca chance de prosperar.
Agripino também é contra a forma como está sendo colocada a medida provisória de socorro aos bancos com a emenda apresentada pelo líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), que concede a empreiteiras que tocam as obras do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] um mimo de R$ 3 bilhões. Dinheiro esse do Tesouro a ser repassado às empresas através do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] a título de capital de giro.