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Área do pré-sal produz mais água que óleo

O campo de Golfinho, explorado pela Petrobras no pré-sal da bacia do Espírito Santo, desapontou as estimativas iniciais e se tornou um fracasso, passando a produzir mais água que petróleo. A produção diária prevista era de 300 mil barris, mas hoje o campo produz 9% disso, ou 26 mil barris por dia. Golfinho é um caso único de puro “azar”, segundo especialistas.

A principal causa dessa queda da produção é a presença de um aquífero que invadiu a reserva.

– Houve uma fatalidade. Normalmente há água com a reserva de petróleo, que promove a pressão para que o óleo seja expelido. A água costuma invadir a reserva no fim da vida produtiva de um campo, mas em Golfinho isso aconteceu cedo demais. A Petrobras deu azar, disse um especialista que pediu para não ser identificado. (Com informações da Folha de S. Paulo)

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