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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira, 12, a ampliação de medidas destinadas para mulheres, como taxas de crédito mais baixas, pausa nos pagamentos de prestações em caso de maternidade ou adoção e isenção de parte das tarifas de produtos do banco, informou a Folha de S.Paulo [1].
O candidato Jair Bolsonaro (PL), cujo governo é responsável pela Caixa, tem enfrentado muita resistência entre o eleitorado feminino. Ele é visto como o candidato que mais ataca mulheres [2] e sua rejeição atinge 52% nesse setor, que, no entanto, é o que mais pode mudar o voto [3], segundos dados da pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira, 9.
As ações do banco destinadas a mulheres foram divulgadas pela presidente do banco, Danielle Marques, que substitui o ex-presidente Pedro Guimarães, aliado próximo que deixou o cargo após denúncias de assédio sexual. “Hoje existe uma negligência do setor financeiro em relação à comunicação e ao estímulo às mulheres”, disse Marques.
“A ideia aqui é abrir e absorver o potencial econômico que a mulher tem. Pela estatística, claramente não está absorvido em produtos financeiros. Isso tem espaço enorme para acontecer”, emendou.
Foto reproduzida da Internet