Pensei que eleições com baixarias já tinham acabado. Mas parece que não. Nos últimos dias é só o que se comenta. As costumeiras baixarias com panfletagem apócrifa, insultos em caminhadas e até, imaginem os senhores, o uso de equipe de produção de marketing para tentar provocar candidatos.
Na condição de eleitor esperava que isso tivesse acabado em Natal. Mas parece que não. O engraçado é que os candidatos quando vão começar suas campanhas prometem ter um comportamento de alto nível. Sem agressão ou baixarias. Infelizmente o que se observa é que na prática isso não ocorre.
Em campanhas passadas era comum a baixaria principalmente na reta final quando a disputa acirrava-se entre dois candidatos. Agora, ao que parece, está ocorrendo a mesma coisa. E olha que a deputada Micarla de Souza, candidata do PV, líder nas pesquisas de intenção de voto, sequer ainda sofreu qualquer ameaça de perder a liderança que ostenta na corrida sucessória. O fato da baixaria ter começado só tem uma explicação. A candidata petista à sucessão do prefeito Carlos Eduardo Alves (PSB) já começa incomodar.