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O presidente americano Joe Biden assinou a lei que autoriza o aumento do limite da dívida dos Estados Unidos neste sábado (3).
O Congresso americano aprovou a legislação nesta semana, depois que Biden e o presidente da Câmara, Kevin McCarthy, chegaram a um acordo após negociações tensas.
O Departamento do Tesouro alertou que não conseguiria pagar todas as suas contas em 5 de junho se o Congresso não agisse até então.
Pronunciamento na sexta
Segundo informações da France Presse, na sexta, em um pronunciamento no Salão Oval, ela já havia anunciado que faria isso para eliminar a ameaça “catastrófica” de um default da maior economia do mundo.
Em horário nobre na televisão e atrás de sua mesa histórica, Biden garantiu, ao vivo e em rede nacional, que o acordo bipartidário foi um compromisso no qual “ninguém conseguiu o que queria”.
“Encontrar um consenso além das diferenças partidárias é difícil. A unidade é difícil, mas nunca devemos deixar de tentar”, afirmou o democrata de 80 anos em seu breve pronunciamento.
Sem um acordo, os Estados Unidos corriam o risco de entrar em default, deixando de pagar suas obrigações a partir de segunda-feira, 5 de junho, a data-limite estabelecida pelo Tesouro.
Isso provavelmente desencadearia pânico nos mercados, enormes perdas de emprego e uma recessão, com implicações mundiais. “Nada teria sido mais irresponsável e catastrófico”, disse o presidente.
Foto reproduzida da Internet