por Tiago Barbosa, no Brasil 247
A roubalheira e a criminalidade exponencial sob bolsonaro precisam ser um divisor de águas no jornalismo brasileiro.
O Brasil não aguenta mais quem relativiza fascismos e gângsteres sob falsas simetrias e equivalências.
A tentativa de falsificar polarizações só para projetar candidatos natimortos de centro cria condições para a tolerância coletiva a esses crimes em série. Bolsonaro e o clã não teriam subvertido o Estado em uma organização criminosa sem o aval de normalizações sucessivas executadas pela mídia.
Ou com a conivência e participação dessa mídia disposta a tudo se não for a esquerda, Lula e o “petê”.
A urgência de tirar o Brasil do cativeiro dessa máfia tóxica para a vida em sociedade e as instituições riscou o chão.
Quem se omite e naturaliza é um extremista em potencial – e o Brasil não suporta mais tanta condescendência com o crime.
*Tiago Barbosa é jornalista, pós-graduado em História e Jornalismo, com passagem por jornais de Pernambuco
Foto reproduzida da Internet