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O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta terça-feira (6) que tratou com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, em uma reunião na sede da Corte mais cedo, a respeito da abertura de procedimentos de impeachment contra magistrados.
“Esse tema também foi tratado”, afirmou Marinho a jornalistas, ao ser questionado sobre se ocorreu alguma discussão com Fachin a respeito de processos de impeachment de ministros do STF.
Coordenador da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República, Marinho afirmou que a diretriz a ser seguida pelo bolsonarismo é “cumprir a Constituição e a lei”.
Marinho rejeitou que a campanha seja movida por um “espírito de vingança”. “Nós queremos reconstruir o país, queremos normalizar a relação entre os Poderes”, afirmou o senador.
“Deixamos claro que na hora em que houver algum crime de responsabilidade por um ministro do Supremo Tribunal Federal, o Senado não vai se omitir e hoje ele tem se omitido. O Senado da República hoje infelizmente é omisso”, afirmou Marinho.
O senador também defendeu uma modificação no regimento do Senado, de forma a viabilizar mais facilmente processos de impeachment.
“Eu particularmente defendo que esse regimento seja modificado, e que caso 49 senadores apresentem um requerimento para abertura de um processo por crime de responsabilidade, automaticamente isso seja submetido à procuradoria do Senado da República, e se os elementos estiverem nesse processo, terá que ser aberto independentemente da vontade do presidente (do Senado)”, afirmou Marinho.
Na coletiva, o senador direcionou suas críticas ao que qualificou como uma interferência indevida do STF no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), citando em especial os ministros do STF Flávio Dino e Gilmar Mendes.
Foto reproduzida da Internet