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Campus Central do IFRN será polo de Mestrado Profissional em Ensino de Física

A Coordenação de Física do Campus Natal-Central (CNAT) teve projeto aprovado para ser polo regional de Mestrado Nacional Profissional em Ensino de Física (MNPEF). O programa é um projeto da SBF – Sociedade Brasileira de Física -, que recebeu 74 propostas de Instituições de Ensino Superior (IES) que desejavam ser polo do Mestrado. Dessas, 22 foram aprovadas, entre elas, a do Instituto.

“Nossa proposta foi escolhida sem ressalvas. Além disso, o IFRN foi o único Instituto Federal escolhido como polo individual”, declarou Amadeu Albino Júnior, professor de Física do Campus Central.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (17) em reunião no gabinete do CNAT com a participação de alguns dos professores envolvidos no projeto; do diretor geral do Campus Natal Central, professor José Arnóbio de Araújo; do pró-reitor de Ensino, professor José de Ribamar Silva; e do professor Márcio Adriano de Azevedo, como representante da Diretoria de Ciências do CNAT, à qual o curso de Física é vinculado.

O curso de Mestrado Profissional em Ensino de Física terá como público-alvo os professores atuantes de Física, com prioridade aos docentes da rede pública. O objetivo é formar professores em nível de mestrado para lecionar no ensino fundamental e médio. O MNPEF vai funcionar e ser gerido no IFRN, mas seguirá os padrões determinados no projeto elaborado pela SBF, que prevê cotas de bolsas para os mestrandos. O diploma deverá ser emitido pelo próprio Instituto.

De acordo com Samuel Rodrigues, professor de Física do CNAT, os motivos que mais contribuíram para a aprovação do Instituto como polo do Mestrado Profissional em Ensino de Física foram a qualificação do corpo docente e a infraestrutura oferecida pelo curso de Física do Campus Central. “Todos os oito professores aprovados para o programa são doutores. Temos cinco laboratórios, o que é raro na maioria das IES, além de biblioteca central e setorial com bibliografia atualizada”, explicou Rodrigues.

O projeto precisa passar agora pela aprovação do CTC (Comitê Técnico-Científico) da CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior, como também pelo CONSEPEX (Conselho De Ensino, Pesquisa e Extensão) e pelo CONSUP (Conselho Superior), órgãos deliberativos do IFRN. (Com informações da assecom do IFRN)

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