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Edimilson Oliveira Silva [1], mais conhecido como Edimilson Macalé [1], é o PM apontado na delação premiada de Élcio de Queiroz como o intermediador entre os mandantes e os executores do assassinato de Marielle Franco [2] em 14 de março de 2018. Mas Macalé não poderá se pronunciar ou prestar seu depoimento. Ele foi morto em novembro de 2021, a tiros, de uma forma até certo ponto parecida à de Marielle e o inquérito [3] que investiga sua morte simplesmente não avança.
Em novembro de 2021, quando foi executado, Macalé era sargento reformado da Polícia Militar do Rio de Janeiro e tinha 54 anos. Ele havia sido afastado da corporação e era suspeito de envolvimento com grupos criminosos, sobretudo a contravenção.
Edimilson Oliveira Silva [1], mais conhecido como Edimilson Macalé [1], é o PM apontado na delação premiada de Élcio de Queiroz como o intermediador entre os mandantes e os executores do assassinato de Marielle Franco [2] em 14 de março de 2018. Mas Macalé não poderá se pronunciar ou prestar seu depoimento. Ele foi morto em novembro de 2021, a tiros, de uma forma até certo ponto parecida à de Marielle e o inquérito [3] que investiga sua morte simplesmente não avança.
Morador de Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio, era visto carregando sua Glock calibre .45 com certa frequência. A arma foi encontrada junto ao seu corpo após a execução.
Segundo testemunhas, Macalé andava a pé na Avenida Santa Cruz, em Bangu, e caminhava na direção da sua BMW quando foi alvejado por homens que passavam dentro de um carro branco. Os assassinos não levaram sua arma, documentos ou pertences. O ex-PM morreu na hora e as investigações até hoje não solucionaram o crime.
Inquérito não avança
De acordo com informações do jornalista Octavio Guedes, publicadas em seu blog no G1, em dezembro de 2021, apenas um mês após o assassinato de Macalé, a Divisão de Homicídios da Capital (DHC) pediu ao Ministério Público algumas quebras de sigilo para seguir investigando o caso. Mas o MP só foi devolver o inquérito à polícia em fevereiro de 2023, mais de um ano depois.
Além disso, quando voltou para os investigadores em fevereiro, o inquérito não trazia consigo a solicitada autorização judicial. Esta só chegaria para os investigadores no presente mês de julho de 2023.