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Proponho uma discussão desapaixonada sobre o Irã, que leve em conta os seguintes fatores:
1. Não procurar explicá-lo pela métrica da democracia ocidental, partindo do pressuposto que culturas externas não podem ser enfiadas goela abaixo de países.
2. Mas também não absolver o governo pelo argumento genérico de que as características fundamentalistas justificariam qualquer ato.
3. O grande tema a ser desenvolvido é a dinâmica das mudanças que estão ocorrendo no Irã, as propostas do governo e da oposição, os valores que estão por trás da resistência ao governo.
Que tal, sem abelhas nem zumbidos?