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A Câmara dos Deputados [1] aprovou, por 382 a 118 votos, na madrugada desta sexta-feira (7) o texto-base [2] da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária em 1º turno. Segundo a comentarista Flávia Oliveira, o número de votos significa uma “derrota retumbante” do ex-presidente Jair Bolsonaro [3].
“382 votos, levando em conta de que [Jair Bolsonaro] era um presidente que tinha esse Centrão nas mãos, é muito significativo. Bolsonaro perdeu muito”, avalia. “Uma semana depois de ter sido declarado pelo Tribunal Superior Eleitoral inelegível, Jair Bolsonaro amarga uma derrota retumbante”, completa.
A comentarista também fala sobre a importância do economista Bernard Appy na construção da proposta.
“Como vencedores, já apontamos o protagonismo de Lira na Câmara e, sem dúvida, Haddad. Eu só acrescentaria ele [Haddad] ter levado Bernard Appy, que é o grande teólogo da reforma tributária, para o seu ministério, para a sua assessoria econômica. Esse também foi um ponto fundamental”, diz.
O nome de Appy foi anunciado em dezembro do ano passado [4] por Haddad como o secretário especial para a reforma tributária.
Appy é considerado uma das maiores autoridades do país na área tributária era autor de uma das propostas que já tramitavam no Congresso Nacional [5].
Foto reproduzida da Internet