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O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Henrique Ávila editou representação para que a corregedoria do órgão analise a conduta do juiz Rudson Marcos e do promotor que participaram do julgamento do caso de estupro da influencer Mariana Ferrer, de acordo com Daniela Lima, da CNN [1].
O empresário André de Camargo Aranha foi acusado de violentar a jovem, mas foi absolvido, já que o ato foi classificado como “estupro culposo [2]“, “crime” não previsto em lei e que indica um suposto ‘estupro sem intenção’.
“Em virtude da gravidade dos fatos [3] veiculados pela imprensa, venho à presença de Vossa Excelência requerer a imediata abertura de Reclamação Disciplinar para a imediata e completa apuração da conduta do Juiz de Direito Rudson Marcos, do TJSC, na condução do processo criminal movido pelo MPSC contra André de Camargo Aranha pela imputação de suposto crime de estupro de vulnerável em que consta como vítima Mariana Ferrer”, escreve Ávila.