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O presidente Lula [1] anunciou através do Twitter que, nesta terça-feira (18), irá realizar uma reunião com diversos entes governamentais e autoridades para tratar da questão da violência nas escolas [2].
Estarão presentes na reunião os chefes dos Poderes Judiciário e Legislativo, ministros, Ministério Público, governadores, entidades representativas dos prefeitos e parlamentares.
No dia 5 de abril, Lula já havia decretado a criação de um Grupo de Trabalho Interministerial, no âmbito do Ministério da Educação, para propor políticas de prevenção e enfrentamento dos ataques a escolas [3].
A reunião desta terça-feira deve começar por volta das 9h30 da manhã no Palácio do Planalto. Ao chegar no Brasil, Lula fez questão de anunciar o encontro:
“De volta ao Brasil. Amanhã teremos uma reunião com ministros e representantes dos três poderes para discutirmos a proteção do ambiente escolar, medidas tomadas até aqui e ouvir avaliações sobre ações para cuidarmos da nossa juventude e futuro do nosso país. Boa semana a todos”, disse o presidente.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, os presidentes do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, a presidenta do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, governadores dos estados e do Distrito Federal,a Associação Brasileira de Municípios (ABM), a Confederação Nacional de Municípios (CNM), e a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) confirmaram presença na reunião [4].
Também estarão presentes no encontro os ministros da Casa Civil, Rui Costa, da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta, da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, e da Educação, Camilo Santana, e os líderes do governo, senadores Randolfe Rodrigues e Jaques Wagner, e o deputado José Guimarães.
Nos últimos dois anos, o Brasil viu pelo menos 13 ataques a escolas ocorrendo no país. Os governos estudam medidas de proteção eficazes para conter o problema, em especial após os recentes crimes em São Paulo e em Blumenau, onde uma professora e quatro crianças foram mortas por extremistas de direita.
Foto: Ricardo Stuckert/PR