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O desemprego caiu a 5,6% no Brasil no trimestre encerrado em maio de 2026, o menor resultado para o mês desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012. O levantamento também mostrou avanço da população ocupada, redução da subutilização da força de trabalho e estabilidade no número de pessoas sem emprego, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo IBGE.
A taxa de desocupação ficou estável em relação ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, quando havia marcado 5,8%, mas recuou 0,6 ponto percentual na comparação com o trimestre de março a maio de 2025, quando estava em 6,2%. O resultado confirma um cenário de mercado de trabalho aquecido e distante do pico registrado durante a pandemia, quando o desemprego chegou a 14,9% no trimestre encerrado em março de 2021.
O desemprego caiu a 5,6% no Brasil no trimestre encerrado em maio de 2026, o menor resultado para o mês desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012. O levantamento também mostrou avanço da população ocupada, redução da subutilização da força de trabalho e estabilidade no número de pessoas sem emprego, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo IBGE.
A taxa de desocupação ficou estável em relação ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, quando havia marcado 5,8%, mas recuou 0,6 ponto percentual na comparação com o trimestre de março a maio de 2025, quando estava em 6,2%. O resultado confirma um cenário de mercado de trabalho aquecido e distante do pico registrado durante a pandemia, quando o desemprego chegou a 14,9% no trimestre encerrado em março de 2021.
O desemprego caiu a 5,6% no Brasil no trimestre encerrado em maio de 2026, o menor resultado para o mês desde o início da série histórica da PNAD Contínua, em 2012. O levantamento também mostrou avanço da população ocupada, redução da subutilização da força de trabalho e estabilidade no número de pessoas sem emprego, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo IBGE.
A taxa de desocupação ficou estável em relação ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026, quando havia marcado 5,8%, mas recuou 0,6 ponto percentual na comparação com o trimestre de março a maio de 2025, quando estava em 6,2%. O resultado confirma um cenário de mercado de trabalho aquecido e distante do pico registrado durante a pandemia, quando o desemprego chegou a 14,9% no trimestre encerrado em março de 2021.
“A redução real no rendimento dos empregados no setor público deve-se ao efeito da mudança de composição desse grupo, porque neste período aumenta a contratação de novos servidores temporários ou municipais com salários menores, somado à rigidez dos reajustes nominais do setor público”, disse William.
Na comparação com o trimestre encerrado em maio de 2025, houve aumento de rendimento em algumas categorias. Os empregados com carteira assinada tiveram alta real de 3%, ou R$ 99 a mais. Entre os trabalhadores domésticos, o avanço foi de 3,8%, equivalente a R$ 52. Já os trabalhadores por conta própria registraram crescimento de 4,4%, ou R$ 130.
A PNAD Contínua também apontou melhora nos indicadores de subutilização da força de trabalho. A taxa composta de subutilização caiu para 13,3%, o menor nível desde o início da série histórica. O indicador recuou 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, quando estava em 14,1%, e caiu 1,6 ponto percentual frente ao mesmo período de 2025, quando marcava 14,9%.
A população subutilizada foi estimada em 15,1 milhões de pessoas, queda de 5,7% no trimestre, com redução de 920 mil pessoas. Em relação ao ano anterior, o recuo foi de 11,3%, o equivalente a 1,9 milhão de pessoas a menos nessa condição.
Também houve queda na população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas, que chegou a 4,1 milhões de pessoas. O contingente diminuiu 5,7% no trimestre e 10,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
Outro indicador em retração foi o desalento. A população desalentada, formada por pessoas que desistiram de procurar trabalho, foi estimada em 2,4 milhões. O número caiu 10,2% no trimestre, com 277 mil pessoas a menos, e recuou 14,6% na comparação anual. O percentual de desalentados ficou em 2,2%, ante 2,4% no trimestre anterior e 2,6% um ano antes.
A taxa de informalidade ficou em 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,3 milhões de trabalhadores informais. No trimestre encerrado em fevereiro, o percentual era de 37,5%, também com 38,3 milhões de pessoas. Em maio de 2025, a informalidade alcançava 37,8%, com 38,5 milhões de trabalhadores.
Foto reproduzida da Internet