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A notícia de que a agência de classificação de risco S&P Global Ratings elevou a nota de crédito do Brasil de estável para positiva [1] deu ainda mais fôlego para um mercado que já vinha animado.
Neste mês, com base no fechamento do dia 19, o Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores brasileira (B3), já subiu quase 10%, e está muito próximo dos 120 mil pontos.
O dólar, por sua vez, acumula queda de mais de 5%, menor patamar em um ano e abaixo dos R$ 4,80. Na última sexta (16), inclusive, o banco Goldman Sachs reduziu suas projeções para a moeda americana em 2023, considerando que deve fechar o ano a R$ 4,40.
Segundo especialistas ouvidos pelo g1 [2], o sentimento positivo com o mercado brasileiro nas últimas semanas pode ser explicado, sobretudo, pelos seguintes motivos:
- 🏦 a volta do investidor local aos ativos de risco, principalmente o institucional;
- 🌎 a permanência dos investidores estrangeiros no mercado doméstico;
- 📉 a desaceleração da inflação acima do esperado;
- 📝 uma maior clareza sobre os rumos da política fiscal no país;
- 💰 a perspectiva de que a Selic, taxa básica de juros, deve começar a cair em breve;
- 🗽 a perspectiva de que a trajetória dos juros nos Estados Unidos [3] também deve desacelerar.
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