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Editorial

No RN, Dilma vencendo, terá no mínimo 2 senadores

É fato notório que se a ex-ministra Dilma Ruossef (PT) ganhar as eleições presidenciais, no Rio Grande do Norte ela poderá contar com dois senadores, dos três da futura bancada potiguar. Senão vejamos: Mesmo que a senadora Rosalba Cialirni (DEM) ganhe a eleição para o governo do estado, quem assume a titularidade da senatória pelos próximos quatro anos  é Garibaldi Alves (PMDB), pai do atual senador Garibaldi Alves Filho (PMDB), candidato a reeleição e em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. Se acaso a ex-governadora Wilma de Faria (PSB),  que vem figurando em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás do senador José Agripino Maia (DEM), superar o democrata nas urnas, aí Dilma, sendo eleita, terá não só dois, mas três senadores a seu favor no Congresso Nacional representando o Rio Grande do Norte.

De modo que, como deseja o presidente Lula, se depender da bancada dos senadores no RN o futuro governo petista terá uma bancada forte no Senado. Seja qual for o resultado das urnas para governador no estado, e Dilma sendo eleita presidenta da República, a base de sustentação do governo petista sairá fortalecida. Se for Rosalba a eleita governadora, a base de um eventual governo Dilma terá pelo menos dois senadores potiguares para dar sustentação ao seu governo. Como o presidente Lula está priorizando a eleição para o Senado ao invés dos governos para que Dilma não sofra o que o seu governo vem sofrendo na Casa, o cenário, pode se dizer,  é favorável a Dilma no RN. Tanto é assim que em seus discursos ou entrevistas o presidente Lula faz questão de ressaltar a importância dos governistas elegerem o maior número de senadores.

Se o eleito for o governador Iberê Ferreira de Souza, que é candidato a reeleição, a base de um futuro governo Dilma, também assim, sai fortalecida, pois que Iberê é do PSB, partido esse que faz parte da base aliada.

Sendo assim, há de se chegar a conclusão que além da prioridade número um do presidentre Lula eleger a sua sucessora, uma grande bancada governista no Senado também é uma prioridade, digamos, a segunda. Na Câmara, a situação é mais equilibrada, pois que o PMDB, partido aliado do governo detém a maior bancada e deverá permanecer assim. Com um detalhe: Dilma sendo eleita presidenta da República, é certo que o deputado potiguar Henrique Eduardo Alves (PMDB) será eleito presidente da Casa, compromisso esse já firmado com o PT e com o próprio presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer, vice de Dilma. A conferir!

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