Crack como moeda eleitoral? A que ponto chegamos!
É de se custar a acreditar, mas um jornalista do interior do Rio Grande do Norte relata em seu blog que o crack está servindo como moeda eleitoral na cidade de Caicó, região Seridó do estado. F. Gomes é o nome do jornalista com quem tive oportunidade de ser companheiro quando trabalhava no jornal Diário de Natal. Veja o que ele diz em seu blog:
– Uma fonte deste blog ouviu estarrecido uma conversa na manhã de hoje entre três “lideranças políticas” de Caicó.
Mesmo apoiando candidatos a deputado estadual, diferentes, eles planejavam uma ação semelhante. Afirmavam que vão investir nos “noiados” de pelo menos três bairros da cidade.
Diziam que a moeda da compra de voto será a pedra de crack. As três lideranças, segundo a fonte, dão como certa a facilidade de adquirir os votos através da droga.
Como os viciados em crack fazem de tudo para conseguir a droga, realmente os tais líderes sabem que poderão atingir seus objetivos. É estarrecedor saber que numa campanha política um tipo de expediente desse também seja usado.
Se já era necessário uma fiscalização rigorosa por parte da Justiça Eleitoral e da Polícia Federal para coibir a compra de voto, agora então se justifica mais ainda. São dois tipos de delitos graves. A que ponto chegamos. E o pior é que as ditas “lideranças políticas” estão por trás disso. Cana nesses canalhas é o mínimo que se pode fazer!