[1]Serra apela para a blasfêmia
Que a campanha do tucano José Serra vem apelando para a religiosidade neste segundo turno todo mundo sabe. Mas daí chegar a citar Jesus (vide santinho ao lado) para conquistar votos de cristãos ortodoxos e evangélicos já passa dos limites.
A tucanagem quer transformar a campanha presidencial, parece, numa “Guerra Santa”. O pior é que parte da Igreja Católica e dos evangélicos estão aceitando isso. Ou melhor, apostam nisso para que Serra consiga reverter a situação que lhe é desfavorável e ganhe a eleição presidencial.
Francamente.! Sou católico apostólico romano, já disse isso uma vez e repito, mas considero que a campanha de Serra vem fazendo tamanha hipocrisia. Querer convencer o eleitorado que ele (Serra) é religioso e que, portanto, está “ao lado da família”, para sensibilizar as pessoas acaba sendo rídiculo. Quantas vezes José Serra foi a Igreja quando prefeito de São Paulo? Quantas vezes José Serra foi à missa quando governador de São Paulo? Agora querer se postar de católico praticante, isso é pura blasfêmia.
Usando da redundância, a campanha de Serra está ultrajando a divindidade e a religião. Afinal, Serra é candidato a presidente da República ou a Papa? Sim, porque ao que parece no segundo turno sua campanha está mais focada na questão religiosa do que propriamente em propostas de governo. O “santinho” que começa a ser distribuído aos eleitores retrata bem o que estou dizendo.
E agora, a Igreja Católica ortodoxa o que tem a dizer sobre isso? Serra está usando o nome de Jesus em vão. Usando o nome de Jesus para fazer campanha política. Será que se fosse a Dilma Ruosseff os católicos ortodoxos aceitariam ou diriam que era uma heresia por parte da petista?
E viva Tiririca!