A morte anunciada do DEM
O Partido Democratas está com a sua morte anunciada. Desde a eleição passada quando a legenda diminuiu não só no Congresso Nacional, como também nas casas legislativas em todo o país, o partido presidido pelo potiguar senador José Agripino Maia vem acumulando derrotas. Primeiro foi a saída do prefeito da maior cidade brasileira – São Paulo -, Gilberto Kassab, que arrebatou consigo uma reca de políticos filiados não só ao DEM como também a outros partidos de oposição, como o PPS e o PSDB.
Agora a crise se agrava com a provável saída do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, que deve se filiar também ao PSD, partido recriado por Gilberto Kassab. Além disso, a animosidade dentro do partido provocada por pensamentos diferentes leva a que o DEM se esfacele mais ainda.
Levado à presidência do DEM, por aclamação, para tentar apaziguar os ânimos, José Agripino Maia, até agora não conseguiu o seu intento. E o pior. Na sua terra natal, o Rio Grande do Norte, fala-se que pode perder ainda para o PSD de Kassab, a governadora Rosalba Ciarlini, que, aliás, tem mantido uma sintonia firme com a presidente Dilma Ruosseff.
Pelo o que se observa, o DEM está fadado mesmo a fazer uma fusão com o PSDB, sob pena de sucumbir como partido político. A conferir!