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Editorial

Às viúvas do Poder que se preocupam com a vida dos outros

Me desculpem os leitores, mas me sinto na obrigação, provocado que fui em rede social pelo Sr. Jurandy Nóbrega, colega de profissão o qual trabalhei com ele no Diário de Natal durante 12 anos, a responder insinuações maldosas de sua parte.

Em primeiro lugar, devo dizer que não dependo de político nenhum, não sou servidor público e muito menos filiado a partido político. Portanto, minhas posições políticas são sempre claras e faço questão de externá-las aqui neste espaço que é independente, queiram ou não alguns.

O Sr. Jurandy Nóbrega, viúva do Poder, faz questão de me fustigar no twitter. Aliás, observei isso após declarar o meu voto em Hermano Morais para prefeito de Natal. Nem eleitor Jurandy Nóbrega é em Natal, como ele próprio já afirmou. Seu título é de Parnamirim, certamente tem seus motivos para votar naquela cidade e discordar de quem vota em candidato contrário ao PDT, mesmo que seja em outra localidade.

Mas ele, Jurandy, faz questão de insinuar que sou ligado ao deputado federal Henrique Eduardo Alves. Nunca trabalhei para Henrique. Nunca fui nomeado para trabalhar em seu gabinete em Brasília. Aliás, é bom que se diga, que na campanha passada em que o deputado foi candidato a reeleição, fui sondado pelo amigo jornalista e publicitário Ricardo Rosado para trabalhar em sua campanha. Recusei o convite porque na época estava na assessoria da Fundação José Augusto por indicação da deputada federal Fátima Bezerra (PT), e não seria correto com ela deixar a FJA para me dedicar a campanha de Henrique, um concorrente seu na eleição.

Bom que se diga também, que como profissional já trabalhei nos governos de José Agripino Maia (primeiro governo), Garibaldi Alves (segundo governo), Fernando Freire e fui assessor de imprensa do ex-vereador Olegário Passos, então no PT, e de Hermano Morais, quando ainda era do PSB e depois retornou ao PMDB. Sim, antes que esqueça: fui assessor de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde na gestão de Rui Faria, quando Wilma de Faria foi eleita prefeita de Natal pela primeira vez. Hoje, Dr. Rui, a quem considero muito, é meu cardiologista. Tenho essa história, inclusive, no baú de um Repórter.

Quanto a ter trabalhado na Radiobras e na extinta EBN (Empresa Brasileira de Notícias), que consta no meu perfil, fui trabalhar na sucursal das duas empresas – que depois se fundiram ficando só Radiobras – no lugar do colega Litz Madruga. Na época a EBN exigia o diploma de jornalista e Madruga ainda não tinha concluído o curso. Por sugestão de um amigo, procurei sim Henrique para dar uma força, já que José Sarney (PMDB) era o presidente da República na época e Aluizio Alves, seu pai, ministro de Estado. Não nego isso a ninguém. Trabalhei aí para uma empresa de economia mista e não para o deputado Henrique Eduardo Alves, apenas contei com a sua presteza.

Fui demitido da Radiobras no governo Collor. Não recebo nenhuma aposentadoria de órgãos oficiais, como insinua o Sr. Jurandy Nóbrega, que ao contrário, recebe uma aposentadoria da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte sem sequer ter prestado concurso público. Quem o indicou ele não fala. Detalhe: Jurandy Nóbrega quando ainda atuava como repórter do Diário de Natal era setorista da Assembleia Legislativa.

A ira do Sr. Jurandy contra a minha pessoa certamente está no fato de ter declarado voto em Hermano Morais. Mas como o prefeito reeleito de Parnamirim Maurício Marques é também do PDT, mesmo partido que Carlos Eduardo Alves e seu pai Agnelo Alves, talvez esteja aí a razão.

Ah: devo dizer também que nunca na minha vida de repórter simulei sequestro. Alguns podem não saber do que se trata, mas Jurandy Nóbrega sabe perfeitamente do que estou falando.

Jurandy, sugiro à vc que está aposentado e se dedicando a um fundo de rede a procurar coisa pra fazer ao invés de está preocupado com a vida dos outros. Tenho dito!

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