Azevedo evita governo, mas chama porta-voz de ridículo
O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte, empresário Flávio Azevedo, por mais que tenha procurado ser cauteloso ao rebater as críticas feitas pelo secretário-chefe do Gabinete Civil do governo Rosalba, advogado Paulo de Tarso Fernandes, à instituição, numa entrevista ao jornal O Poti, de certa forma atingiu o “núcleo duro” do governo ao afirmar que Tarso Fernandes “beirou o ridículo”.
Ora,ora,ora. Quando Paulo de Tarso Fernandes fala, certamente não fala por ele, mas sim em nome do governo. Talvez uma estratégia montada não sob a orientação da governadora Rosalba Ciarlini, mas pelo seu marido Carlos Augusto Rosado, a quem foi dado o apelido de Ravengar, o bruxo que maquina nos bastidores.
As palavras de Paulo de Tarso não soaram bem aos ouvidos do presidente da Fiern. Mas claro está que o presidente da instituição, que representa o empresariado potiguar, preferiu não comprar uma briga com o governo resumindo suas críticas ao secretário-chefe do Gabinete Civil.
Assim como o governo precisa da Fiern a Fiern precisa do governo. E aí….
Mas resta saber se Paulo de Tarso ficará calado depois de ser chamado de ridículo. Pelo o que conheço do ex-deputado a tréplica virá. Só não sei se essa tréplica virá em nome do governo. Como o nome de Rosalba foi poupado, é possível que agora Ravengar combine com Paulo de Tarso para arrefecer em nome do governo, claro.
Mas as críticas a Paulo de Tarso não foram só da Fiern. Os servidores também revidaram suas palavras ao jornal O Poti. Ai fica a indagação? Se Paulo de Tarso responder aos sindicalistas também não terá que responder a Fiern?
Com a palavra Paulo de Tarso!