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Editorial

Campos, a pedra no caminho de Wilma

A despeito do que ficou decidido ontem na reunião entre petistas e socialistas do Rio Grande do Norte, de que o PT e o PSB caminharão juntos paras as eleições de 2014, considero muito cedo ainda para qualquer decisão neste sentido.

Todos sabem que o projeto maior do PT é a reeleição da presidenta Dilma Ruosseff e, antes de qualquer aliança que o PT venha a fazer no Rio Grande do Norte, diria que isto é uma espécie de cláusula pétrea entre os petistas, ou seja, uma decisão que não se pode mexer.

Duas questões, no entanto, estão sobre a mesa: a primeira é saber se o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, será mesmo candidato à sucessão presidencial. Em sendo, está fora de cogitação uma aliança PT e PSB no estado.

Segundo: Saber se o PMDB, que é também governo no plano nacional, vai continuar aliado ou não do DEM no Rio Grande do Norte.

Como se observa, dois pontos que só serão efetivamente colocados na pauta a partir de janeiro, como tem falado Eduardo Campos e o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB)

Fato é que tanto o PT como o PSB no Rio Grande do Norte desejam continuar aliados e, se possível, tendo ao seu lado o PMDB. A chapa dos sonhos continua na ordem do dia: Henrique Alves para governador, a deputada estadual Márcia Maia (PSB), como sua companheira de chapa, e a deputada federal Fátima Bezerra (PT), candidata ao Senado.

A formalização de alianças diante do que está posto depende principalmente das decisões que vierem a ser tomadas por Eduardo Campos e Henrique Eduardo Alves. Dizer o contrário é ir contra os fatos.

A única coisa concreta nisso tudo é o desejo dos três partidos – PMDB, PSB e PT – de ver realizada a “chapa dos sonhos”, que vai depender muito mais do sonho de Campos de ser candidato à Presidência da República do que a vontade dos políticos papa-jerimum. A conferir!

 

 

 

 

 

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