- blogdobarbosa - https://blogdobarbosa.jor.br -

Editorial

Policiamento ostensivo é outra coisa. Parabéns governador!

Faço minhas as palavras do confrade Diógenes Dantas em seu comentário hoje no portal Nominuto.com elogiando o governo Robinson por dar prioridade número 1 à segurança pública, conforme o seu discurso de campanha. Diz Diógenes:

– O Rio Grande do Norte foi o Estado menos violento no Carnaval deste ano.

Diferentemente de Pernambuco, onde o número de homicídios aumentou 29,7% em relação aos dados do ano passado. Notícia ruim para os pernambucanos.

No nosso Estado, o número de homicídios caiu 18,8%. Foram 22 assassinatos em 2014, contra 18 registrados neste ano.

Os furtos também foram reduzidos: De 115 casos em 2014 baixaram para 84 neste ano.

Os casos de roubos caíram de 101 para 86; e as lesões corporais baixaram de 34 para 21.

Nas estradas estaduais, nenhuma morte. Foram mais de 676 infrações e 200 testes de bafômetros.

O Corpo de Bombeiros trabalhou muito mais: As ocorrências aumentaram em 271%. Foram 26 salvamentos. No ano passado, foram apenas 7.

Diante destes números, devemos comemorar. O governador Robinson Faria (PSD) está cumprindo o que prometeu em praça pública.

Ele assumiu o compromisso de melhorar a segurança pública do Estado, e dá claros sinais de que vem trabalhando nesse sentido.

Robinson colocou na Segurança Pública uma gestora competente e conhecedora da máquina que administra, a delegada Kalina Leite, testada na recuperação da Fundac.

O governo comemora a redução da violência neste Carnaval, mas não ganhou a guerra. Venceu apenas uma batalha.

Ninguém espera zerar a ocorrência de crimes no Estado. Isso é humanamente impossível em qualquer sociedade, mas o cidadão norte-rio-grandense espera ver crescer a sensação de segurança, perdida ao longo dos anos e governos.

Se Robinson conseguir mudar essa percepção e garantir mais segurança à população, seu governo ganhará o reconhecimento de todos.

Para que isso ocorra, os gestores da segurança pública deverão garantir o básico para que o sistema funcione: efetivo nas ruas, diárias operacionais em dia, armamento de qualidade, automóvel com combustível, alimentação de qualidade para os agentes em operações, salários dignos e um bom serviço de inteligência entre as polícias.

Tudo isso custa dinheiro. Muito dinheiro. E a parceria com o governo federal é a única solução para boa parte desses recursos.

 

Compartilhe:
[1] [2]