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Editorial

Quem são os marajás do funcionalismo público do RN?

O secretário-chefe do governo Rosalba, advogado Paulo de Tarso Fernandes, precisa dar nome aos bois. Segundo informou aos deputados, uma auditoria realizada pelo governo identificou salários acima do teto estabelecido pela Constituição Federal para servidores públicos. Ou seja, gordos contra-cheques deixados pelos governos anteriores.

A análise do conteúdo e forma sobre os “marajás” permite visualizar a pressão exercida pelos interesses neoliberais no sentido de que sejam produzidas notícias e reportagens que caracterizem o serviço público como oneroso, inoperante e injusto. Tal fato se confirma na posição do governo protelar o máximo a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários de várias categorias de servidores públicos.

Se existem 440 “marajás” conforme constatou a tal auditoria, com salários que ultrapassam o limite constitucional, que sejam revistos esses contra-cheques. Mas daí prejudicar o resto do funcionalismo por causa de 440 apaninguados políticos isso não tem o menor cabimento. Que o governo trate de caçar esses marajás, dando inclusive nome aos bois.

É preciso levar ao conhecimento da opinião pública quem são e onde estão lotados os “marajás” deixados como legados pelos governos Wilma de Faria e Iberê Ferreira de Souza, ao governo democrata de Rosalba Ciarlini.

A suspeita de acréscimos indevidos em salários de alguns barnabés não pode e não deve, como já disse, prejudicar o restante dos servidores penalizando-os pela falta de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários. Tenho dito!

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