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Eduardo articula encontro de Bolsonaro com Trump após críticas à agenda pífia nos EUA

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Alvo de críticas dos próprios aliados pelos passeios em restaurantes, discursos em cultos e poses em frente a viaturas policiais [1] nos dois meses em que se encontra nos EUA, desde que fugiu para não entregar a faixa a Lula, Jair Bolsonaro (PL) espera ter um encontro com Donald Trump neste sábado (4) na Conservative Political Action Conference, a CPAC, movimento que reúne ultraconservadores estadunidenses, que acontece em Washington.

“Decolando agora para Washington ao lado do Pr Bolsonaro, hoje sem dúvida o maior líder conservador do planeta. Temos tido reconhecimento por pessoas não apenas do Brasil, mas também de vários outros países por onde temos passado. Vamos participar do maior encontro conservador do mundo ,o CEPAC. Teremos palestra dele as 14:00 amanhã, depois teremos encontro com o Trump e assistiremos a palestra do ex presidente dos EUA às 16:00”, escreveu nas redes sociais o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, que tem feito uma espécie de tutela de Bolsonaro nos EUA.

Bolsonaro, no entanto, não se encontra no rol oficial de palestrantes do evento. A palestra foi articulada pelo filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), articulador da CPAC no Brasil, que está na lista das personalidades da ultradireita que irão discursar no evento.

Eduardo viajou para os EUA na semana passada para articular a participação do pai no evento e o encontro com Trump após as críticas de aliados à agenda pífia do ex-presidente nos EUA.

O filho 03 também divulgou o encontro com Trump no Instagram, sem mencionar a suposta palestra de Bolsonaro.

“Preparados? Bolsonaro e Trump irão se reencontrar no maior evento conservador do planeta”, escreveu Eduardo em um storie no Instagram.

Carlos Bolsonaro, que também fugiu para os EUA em dezembro e acompanhou o nascimento do filho em Washington, foi outro que divulgou o encontro entre os dois extremistas.

“Preparados para o encontro dos fenômenos, dia 04 em Washington/EUA?”, escreveu também em storie.

O encontro com Trump é visto como uma maneira de dar relevância novamente à Bolsonaro, que ensaia uma possível volta ao Brasil, embora tema ser preso caso decida retornar ao país.

Foto reproduzida da Internet

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