Ainda não será desta vez que o Rio Grande do Norte contará com um escritório da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Na tentativa de sensibilizar os dirigentes do órgão para a instalação de um escritório em Mossoró, representantes de vários segmentos do agronegócio, incluindo a Ufersa (Universidade Federal Rural do Semi-Árido) e a Empresa Agropecuária do Rio Grande do Norte, se reuniram na manhã desta sexta-feira (26), no prédio da Reitoria da universidade, com diretor de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Waldyr Stumpf Júnior.
A reunião, que contou também com representantes das Embrapa’s Agroindústria Tropical, Tabuleiros Costeiros, Mandioca e Fruticultura, Algodão e a Embrapa Semiárido, frustrou as expectativas dos pesquisadores da Ufersa e dos representantes dos produtores, que ouviram do diretor Waldyr Stumpf que a curto prazo não há possibilidade da instalação de um escritório aqui no estado.
Para Waldir Stumpf, o órgão federal de pesquisa agropecuária conta atualmente com 43 escritórios espalhados pelo país e que as ações acontecem de forma descentralizadas.
– A Embrapa é uma empresa de pesquisa, não de extensão rural, afirmou.
A solução, no entendimento do diretor, seria“qualificar, potencializar e revitalizar as estruturas existentes”. Waldir afirmou ainda que Embrapa se faz presente no Rio Grande do Norte desde 1975.
– Atualmente desenvolvemos 30 projetos de pesquisas neste estado. Para ele, as distâncias físicas não são empecilhos para a não atuação no Rio Grande do Norte, informou, acrescentando que o órgão sobrevive de projetos. (Com informações da assecom da Ufersa)