A Engevix, cujo presidente Cristiano Kok foi preso na 7ª fase da Lava Jato, é dona de 50% da Inframérica que pagou R$ 4,5 bilhões pelo aeroporto de Brasília, e mais R$ 170 milhões pelo de São Gonçalo do Amarante (RN). Cristiano Kok está na mira da Polícia Federal desde 2007 quando o lobista Sérgio Sá, contratado da empreiteira, foi preso na operação Navalha.