– Enquanto várias cidades homenageiam com nomes de ruas, bustos e esculturas representantes dos sanguinários bandeirantes, o líder da primeira experiência democrática brasileira vive relegado ao esquecimento, escreve Isemar C. da Silca, militante do Movimento Negro em Salvador (BA), no Congresso em Foco. (Para ler o texto completo é só ir no site em Favoritos localizado na coluna à direita do Blog)