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Está no ConversaAfiada, de PHA

Colonista (*) do Globo e da Folha chama o Globo e a Folha de fascista [1]

Faz parte da ideologia do PiG (**) transformar o combate ao narcotráfico, tal qual se desenrola no Rio, numa luta de ineptos que abatem vítimas inocentes e deixam o tráfico rolar solto.

Faz parte da ideologia do PiG(**) de São Paulo demonizar o Rio.

O episódio da queda do helicóptero no fim de semana deu curso ao preconceito, nas suas diversas camadas e cores.

(Eficiente é a Polícia da Chuíça (***), a polícia do Zé Pedágio, que ofereceu três versões para a prisão do promotor Igor … Clique aqui para ler na Folha (****), pág. C1 [2])

Agora, surgiu no PiG(**) uma crítica a PiG(**).

Sim, amigo navegante, é o que se apreende, depois da décima quinta leitura da colona (*) de Elio Gaspari, hoje na Folha, pág. A6 [3]

O colonista Gaspari, responsável por uma colona(*) dominical de “Livros”, na Folha e no Globo, escreve também às quartas-feiras nessas duas pilastras do PiG(**).

É muito difícil entender o que diz o referido colonista(*).

É preciso reler várias vezes para captar sua secreta essência, como diz o Mino Carta.

O Conversa Afiada já sugeriu que a dificuldade está em que o colonista(*) usa muitos chapéus.

(Leia o texto abaixo.)

No artigo de hoje, Gaspari espinafra Sergio Cabral e sua “fracassada”  política de combate ao narcotráfico.

(Bem sucedida é a do Zé Pedágio, que, segundo o especialista Abadia, transformou a delegacia de combate ao narcotráfico em agência de distribuição de tráfico.)

Mas, o interessante da incompreensível colona(*) de hoje é a acusação de que, por trás do que o PiG(**) (Globo e Folha, onde ele escreve) chama de “”guerra” está uma política fascista de apartheid.

A tese não é nova, aliás.

O Conversa Afiada, entre outros, já disse isso várias vezes: a elite branca do Rio quer a volta do Lacerda e fogo nas favelas.

O surpreendente é a reação do referido colonista (*): será que ele descobriu mesmo (é preciso reler a colona outra vez) que o Globo é fascista ?

Que os filhos do Roberto Marinho (eles não tem nome próprio ) e o Octavinho são da família Botha ?

“… o pedaço da sociedade que seria capaz de apoiar uma política de violência segregacionista levando-a a consequências extremas ainda não tem coragem para vocalizar suas propostas … Pensar que essa linha de pensamento não existe é colocar a ingenuidade a serviço dos boas maneiras.”

É isso mesmo, amigo navegante ?

“Política de violência segregacionista” é o que se esconde atrás da “metáfora da guerra”, como a empregam o PiG(**) e o jornal nacional ?

Ou, de novo, é impossível entender o referido colonista(*) em sua “secreta essência” ?

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