O ex-presidente da FJA (Fundação José Augusto), procurador do estado, François Silvestre, postou em seu blog que saiu o primeiro julgamento dentre as várias ações movidas contra sua pessoa pelo MP estadual. (Quarta Vara da Fazenda Pública) e que o inocenta de qualquer tipo de improbidade.
Segundo ele, trata-se de uma Ação de Improbidade Administrativa, motivada por uma ajuda financeira do governo do estado, por meio da Fundação José Augusto, para a complementação da obra de uma piscina olímpica no Colégio Diocesano Seridoense.
François discorre no texto que “na época, foi notícia em vários jornais, com chamadas na primeira página. Veremos se será noticiada agora, mesmo no roda-unha de alguma página interna. Ao tomar conhecimento da referida Ação, descobri que não havia assinatura minha. Mas eu sabia do fato e o autorizara. Escrevi na minha coluna do Novo Jornal, que estava pronto para assinar, mesmo em juízo, todas as folhas do processo. E disse mais. Que o Colégio Diocesano Seridoense prestara e continuava prestando mais serviço à cultura e à educação do Estado e do Nordeste do que muitos autoproclamados proprietários da ética e da moral. A piscina olímpica do CDS, disse eu na época, presta serviço de utilidade pública na educação e na saúde. Numa região seca e quente, não há esporte mais saudável do que a natação. E lá, a piscina é disponibilizada para todos os colégios públicos”.
E completa:
– Saiu a decisão da Justiça. Eu e todos os outros envolvidos fomos absolvidos, julgada improcedente a Ação em todos os seus termos. Quanto ao Colégio, a decisão foi ainda mais bela. Julgado extinto o Processo, com decisão de mérito. Agradeço à Justiça, com humildade e deferência. Agradeço aos amigos pela solidariedade, à época da notícia. Aos meus advogados, Francisco Nunes e Ésio Costa, que intransigentemente apaziguam na defesa o sossego da minha alma. Aos senhores promotores, o apelo de serenar no ímpeto acusatório quanto manifestamente contrário ao bom senso. E me vem à lembrança os vultos daquele educandário. Monsenhor Walfredo, padre Itan, diretor e meu padrinho de Crisma. Padre Tércio, envolvido na mesma Ação, como Diretor. Padre Agripino, padre Balbino, padre Antenor, padre Hudson Brandão, padre Galvão, D. Manoel Tavares. Afra Góes, Maria do Céu, Dona Iracema, João “Bangu” Diniz, Dona Neta, Plácido Saraiva. A fisionomia dos colegas desfilam neste momento pelo imaginário da minha saudade. Me tremem os dedos no teclado…e feito uma bailarina de névoa a minha memória dança pelas ruas da minha Pátria Caicó…