por Octavio Guedes e Andréia Sadi, no g1
O falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes, inserido no banco de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por Walter Delgatti, o hacker da Vaza Jato, termina de forma debochada. Em vez do tradicional “publique-se e intime-se”, está escrito “publique-se, intime-se e faz o L. Assinado: Alexandre de Moraes”.
Fontes da Policia Federal revelaram ao blog que Delgatti atribuiu a ideia de incluir o “faz o L” à deputada Carla Zambelli. Em depoimento, Delgatti disse que recebeu o texto pronto da parlamentar e se limitou a fazer algumas correções gramaticais.
O suposto mandado de prisão foi inserido no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões do CNJ e determinava a prisão de Moraes pelo próprio ministro do STF. O texto agora atribuído à Zambelli é puro deboche: É como se Moraes fizesse uma mea culpa sobre sua autuação no STF.
A síntese do mandato é lacônica: “sem me explicar porque sou um Deus do Olimpo”. E a multa que Alexandre se autoaplica é de “R$ 1,14 bilhão, exatamente o número de urnas impugnadas”, teria escrito Zambelli.
Foto reproduzida da Internet