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Em uma eleição presidencial marcada pela consolidação da polarização entre bolsonarismo e petismo, o senador Flávio Bolsonaro [1] (PL [2]) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva [3] (PT [4]) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25.
A confirmação de que haverá segundo turno foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral [5] (TSE) neste domingo (4), às 20h56, quando 96,78% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Flávio Bolsonaro tinha 47,39% dos votos, e Lula [6], tinha 44,74%.
Daqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial.
Se Flávio for eleito, tomará posse, aos 45 anos, no dia 5 de janeiro de 2027, na cadeira ocupada por seu pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Se vencer, Lula assumirá o quarto mandato aos 81 anos e será o primeiro brasileiro a presidir o país quatro vezes.
Flávio e Lula deixaram para trás Augusto Cury [7] (Avante), Renan Santos [8] (Missão), Ronaldo Caiado [9] (PSD), Romeu Zema [10] (Novo), Edmilson Dias (PCB), Hertz Dias [11] (PSTU), Samara Martins [12] (UP), Wilson Grassi [13] (Democrata), Clariana Barão [14] (DC) e Rui Costa Pimenta [15] (PCO).
Ritmo da apuração
Flávio começou liderando assim que o TSE iniciou a apuração nas primeiras urnas. O candidato do PL chegou a ficar acima dos 50% votos nas primeiras horas da apuração.
Por volta de 19h15, com 64% das urnas apuradas, Flávio voltou a ficar abaixo dos 50%, mas com cerca de 5 milhões de votos de diferença para o segundo colocado Lula. Vantagem que reduziu a cerca de 2,6 milhões de votos nos últimos momentos da apuração .
Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado ficaram boa parte do tempo da apuração nas terceira, quarta e quinta posições, respectivamente.
Fotos reproduzidas da Internet