por Ilimar Franco, em O Globo
Governadores do PMDB foram avisados de que sairiam de mãos abanando da sala de Meirelles. À espera do encontro, um governador comentou: “Não deve ser coisa boa. Se fosse, a reunião seria com o presidente Temer.” Os estados não terão o socorro emergencial desejado.
O momento mais tenso ocorreu após o ministro dizer que estava focado em garantir a confiança do mercado e ficar dentro do limite do déficit (R$ 170 bilhões). Foi quando o governador Jackson Barreto, do PMDB de Sergipe, reagiu:
– Nós lidamos com seres humanos. Eles deixam de ser atendidos em hospitais. Não há gasolina para ambulâncias. Nem como levar água para consumo na seca.
Foto: André Coelho / Agência O Globo