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Governo Lula: Brasil cria mais de 921 mil empregos formais no primeiro semestre e chega a 48 milhões de vínculos formais

Está no Brasil 247

O Brasil criou 921.645 empregos com carteira assinada no primeiro semestre de 2026, consolidando um mercado de trabalho em expansão. Os dados foram divulgados pela Agência Gov, com base no Novo Caged do Ministério do Trabalho e Emprego, e mostram que o país alcançou cerca de 48 milhões de vínculos formais de trabalho, alta de 1,96% no período.

Somente em junho, foram abertas 145.161 vagas formais, resultado da diferença entre admissões e desligamentos. Na comparação com os últimos 12 meses, o emprego formal registra crescimento de 2,1%.

Serviços lideram geração de empregos

O setor de Serviços voltou a ser o principal motor da criação de vagas no país, respondendo por 74.514 novos postos de trabalho em junho.

Os demais setores também apresentaram desempenho positivo:

No acumulado do semestre, a Construção Civil foi um dos destaques, com a criação de 168.962 empregos formais, crescimento de 5,73%. A Indústria também apresentou resultado expressivo, com 143.442 novos postos, avanço de 1,6%.

Emprego cresce em quase todo o país

O crescimento do mercado de trabalho foi disseminado pelo território nacional. Das 27 unidades da Federação, 25 registraram saldo positivo de empregos em junho.

Os maiores volumes de vagas foram registrados em:

Os números confirmam a continuidade da recuperação do mercado de trabalho nas principais economias estaduais.

Jovens impulsionam contratações

Os trabalhadores de até 24 anos responderam por 86,4% das vagas criadas em junho, demonstrando forte inserção dos jovens no mercado formal.

Também houve saldo positivo tanto para homens quanto para mulheres.

Entre os diferentes níveis de escolaridade, as pessoas com ensino médio completo concentraram o maior número de novas contratações.

Cresce participação do emprego típico

Dos empregos criados em junho, 77,3% correspondem a vínculos típicos de trabalho, enquanto 22,7% referem-se a modalidades como contratos temporários e outras formas previstas na legislação.

Entre essas modalidades, os contratos temporários registraram o maior crescimento, com saldo positivo de 12.658 vagas.

Salário médio de admissão aumenta

O salário médio real de admissão chegou a R$ 2.404,34 em junho.

O valor representa aumento de 0,7% em relação ao mês anterior e crescimento de 1,2% na comparação com junho do ano passado, indicando melhora gradual na remuneração dos trabalhadores que ingressam no mercado formal.

Crescimento alcança diferentes grupos populacionais

O levantamento também mostra expansão do emprego entre diferentes segmentos da população.

Houve saldo positivo na geração de vagas para trabalhadores pardos, brancos, pretos e indígenas. Apenas o grupo identificado como amarelo apresentou resultado negativo no período.

Mercado de trabalho segue sustentando a economia

Os resultados do Novo Caged reforçam a trajetória positiva do mercado de trabalho brasileiro ao longo de 2026. A expansão do emprego formal, combinada ao crescimento dos salários de admissão e ao desempenho positivo de praticamente todos os setores econômicos, contribui para fortalecer a renda das famílias e sustentar o ritmo da atividade econômica.

Os dados completos podem ser consultados no Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET), disponível no portal do Ministério do Trabalho e Emprego.

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