Está na coluna Diário do Poder, de Cláudio Humberto
O capítulo da subsidiária “Transpetro”, nas investigações da Lava Jato, deve incluir não apenas as estripulias do seu presidente, Sérgio Machado, como também de gerentes responsáveis por contratos e pela fiscalização (ou falta dela). O orçamento da Transpetro não é tão alto quanto o da empresa-mãe Petrobras, mas chega aos bilhões. Contratos emergenciais e com dispensa de licitação estão na mira.