O lobby dos delegados da Polícia Federal que querem ser reconhecidos na Constituição como carreira jurídica para obter prerrogativas dos magistrados – vitaliciedade, irredutibilidade de vencimentos e inamovibilidade – expôs um racha na corporação. Policiais que exercem outras funções na PF, como agentes e escrivães, alegam que o real objetivo dos delegados é engordar o contracheque – passariam a receber o equivalente a 95% do que ganham os ministros do Supremo Tribunal Federal, teto do funcionalismo.
– Transformar o cargo de delegado em carreira jurídica é criar o trem da alegria para aumento salarial e garantias injustificadas, aponta o Sindicato dos Servidores da PF em São Paulo.
– A briga por garantias iguais às de juízes reflete apenas reivindicação de uma única categoria profissional, a dos delegados. (Com informações do jornal O Estado de S. Paulo)