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Mendonça pede explicações à PGR sobre mensagem a Moraes que cita suposta proteção de Vorcaro

Está no g1

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF [1]), encaminhou um ofício à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo esclarecimentos sobre uma mensagem encontrada no celular de Daniel Vorcaro, preso na operação Compliance Zero [2], em que o ex-dono do Banco Master afirma que precisava de proteção de Paulo Gonet e Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal [3] (PF).

Os primeiros registros sobre possíveis referências a Andrei e Gonet não trazem identificação direta de quem seria o interlocutor. Isso porque, Vorcaro tinha como hábito salvar anotações, tirar prints e encaminhar a foto como visualização única.

Mas, investigadores da PF não descartam que a mensagem seria um pedido de proteção de Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes [4], do STF. A informação foi revelada pelo site “Metrópoles” e confirmada pela TV Globo.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF [1]), encaminhou um ofício à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo esclarecimentos sobre uma mensagem encontrada no celular de Daniel Vorcaro, preso na operação Compliance Zero [2], em que o ex-dono do Banco Master afirma que precisava de proteção de Paulo Gonet e Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal [3] (PF).

Os primeiros registros sobre possíveis referências a Andrei e Gonet não trazem identificação direta de quem seria o interlocutor. Isso porque, Vorcaro tinha como hábito salvar anotações, tirar prints e encaminhar a foto como visualização única.

Mas, investigadores da PF não descartam que a mensagem seria um pedido de proteção de Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes [4], do STF. A informação foi revelada pelo site Metrópoles e confirmada pela TV Globo.

Tanto a PF quanto o MPF estariam alegando que tomariam providências contra ele, segundo o relato do banqueiro.

O relatório da PF descreve que: “Daniel Vorcaro também afirmou ser importante que o interlocutor reforçasse, junto a Andrei (provavelmente Andrei Augusto Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal) e Paulo (provavelmente Paulo Gonet Branco, Procurador-Geral da República), a necessidade de impedir que subordinados, dentro das estruturas hierárquicas da PF e do MPF, praticassem ‘alguma sacanagem’, pois, segundo ele, ‘aí vai tudo pro saco’”.

Mendonça é relator das investigações sobre fraudes financeiras envolvendo o Master, e pediu que a PGR se manifeste sobre esses registros encontrados.

O documento foi encaminhado nessa segunda-feira (31) à PGR. O relator do caso estabeleceu um prazo de cinco dias para manifestação.

Procurada, a PGR não retornou os contatos da reportagem.

Foto reproduzida da Internet

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