por Carlos Alberto Barbosa
Enquanto o presidente Lula (PT) busca fortalecer a soberania e inclusão social, adversários orbitam entre o ultraliberalismo, fisiologismo e a subserviência a interesses externos e uma parcela do povo continua sucubente ao Centrão e à extrema direita a cada eleição. Não podemos deixar que o futuro repita o passado, como disse em comentário no BBNEWS TV e no Canal YouTube. Clique aqui [1] para ver.
O passado nefasto representado principalmente por políticos como, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, e outros menos votados, não pode e não deve ser repetido. Seria um retrocesso na política brasileira se alguns destes citados assumissem à Presidência da República.
Fato é que ainda estão rolando os dados diante de que o golpe ainda não acabou, tramas macabras continuam existindo nos bastidores dos poderes, sobretudo, na calada da noite enquanto dorme a pátria mãe gentil tão distraída. Não à toa o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, vem se movimentando para tentar ressuscitar o texto de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que concederia perdão “amplo, geral e irrestrito” aos condenados dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, a chamada “PEC da Anistia”.
Também, pra infelicidade geral de parcela da Nação, por sorteio, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Kassio Nunes Marques, indicado por Bolsonaro para compor a Corte, será o relator do pedido de revisão criminal do ex-presidente, condenado a 27 anos e 3 meses pela tentativa de golpe Estado.
Outra: segundo o jornalista Gerson Camarotti, integrantes do Supremo Tribunal Federal ouvidos por ele indicam que a tendência da Corte é de manter a validade da Lei da Dosimetria sancionada pelo Congresso Nacional, mesmo depois da decisão do ministro Alexandre de Moraes suspender os seus efeitos.
Seria o caso até de lembrar Cazuza: “A tua piscina ‘tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos
O tempo não para, Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para
Não para não, não para
Contudo, não podemos deixar que o futuro repita o passado recente.
A conferir!
Foto reproduzida da Internet