Ameaça, coação, chantagem e dossiês faziam parte dos ingredientes da maneira pouco ortodoxa para renovação de contratos por parte da empresa que, segundo o Ministério Público do Rio Grande do Norte, praticava crimes contra a administração pública e contra a ordem econômica, em decorrência da fixação abusiva de preços e do controle regionalizado do mercado de médicos na área de neurologia no estado.