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Os principais desafios não terminam no próximo domingo (3) [1] para quem for eleito para ocupar a Presidência da República a partir de 2023. O cenário econômico apresenta uma série de complicadores que podem atrapalhar a recuperação após a crise que vem desde os primeiros impactos da pandemia do coronavírus.
Economistas ouvidos pelo g1 [2]apontam as contas públicas como o fator de potencial explosivo para o dono da cadeira do Palácio do Planalto pelos próximos quatro anos, seja o atual presidente Jair Bolsonaro [3] (PL [4]) ou o ex-presidente Luiz Inácio Lula [5] da Silva (PT [6]).
A situação passa também por uma desaceleração da economia, no Brasil e no mundo. Com arrecadação menor, especialistas esperam que o próximo governo seja obrigado a subir impostos para compensar o aumento de gastos permanentes aprovados em 2022.
Mesmo em uma eleição quente, a disputa de projetos ainda é etérea no campo econômico. Líder no primeiro turno, Lula indicou que reajustará o salário mínimo, retomará investimentos públicos, fará uma reforma tributária e aplicará uma nova âncora fiscal que não seja o teto de gastos.
Mas permanecem muitos detalhes em aberto, em especial sobre o manejo de recursos públicos para realizar suas promessas. Também segue o mistério sobre quem seriam seus ministros da área econômica, o que deixa investidores em compasso de espera.
Do lado oposto, o ministro Paulo Guedes [7], candidato a permanecer no cargo em um novo governo Bolsonaro, reitera sempre que “a economia está bombando”, faz comparações positivas com os demais países e diz que pretende avançar em reformas estruturantes.
Guedes costuma ressaltar que o desemprego e a inflação no país estão em queda, enquanto a arrecadação sobe. Economistas alertam, contudo, que os efeitos são temporários e que os resultados devem inverter o sinal caso os problemas internos não sejam equacionados.
Leia toda a reportagem clicando aqui [8]
Em tempo: confira o meu comentário sobre o “rombo” nas contas públicas no BB News TV aqui no Blog e no Canal YouTube clicando aqui [9] e uma reportagem do jornal O Estadão sobre possíveis medidas que o governo quer adotar clicando aqui [10]
Imagens reproduzidas da Internet