Quem levantou a “lebre” foi o colega Ailton Medeiros em seu blog neste fim de semana ao relatar um quiproquó na justiça envolvendo o marqueteiro Alexandre Macedo e sua ex-mulher.
Segundo Ailton, o publicitário da ex-governadora Wilma de Faria (PSB) e do candidato a prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), Alexandre Macedo está sendo acusado pela ex-mulher, Silmara Barbalho Simoneti Macedo, de possuir uma fortuna avaliada em R$ 20 milhões.
Separados desde 2011, Silmara entrou com uma ação de tutela antecipada contra seu ex-marido. Nela, Silmara alega que seus rendimentos de R$ 4,5 mil não são suficientes para cobrir suas despesas avaliadas em torno de R$ 6 mil.
Na ação que corre em segredo de Justiça, e que este blog (blog do Ailton Medeiros) teve acesso, ela conta que o publicitário adquiriu em abril um apartamento no valor R$ 1,6 milhão e o escriturou em nome dos filhos, pago, acreditem, em dinheiro vivo que ele guardava em casa.
Silmara também pediu que o Banco Central informe sobre as movimentações financeiras do publicitário realizadas a partir de janeiro de 2011.
A ação foi deferida pela juíza Maria Neíze de Andrade Fernandes a favor de Silmara. Alexandre recorreu da decisão.
Com base nas informações de Ailton Medeiros faço a seguinte pergunta: Se confirmadas o que disse à Justiça a ex-mulher do marqueteiro Alexandre Macedo, o que levaria uma pessoa a comprar em dinheiro em espécie um apartamento de R$ 1,6 milhão? E por que esse dinheiro todo era guardado em casa e não em um banco?