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O PiG não toma jeito!

O PiG [Partido da Imprensa Golpista] como costuma se referir à grande imprensa o jornalista Paulo Henrique Amorim não toma jeito mesmo. Agora quer transformar a senadora Marina Silva (PV) no grande baluarte das eleições presidenciais na defesa do meio ambiente. Logo o PiG que quando Marina Silva era ministra do Meio Ambiente nunca elogiou as decisões tomadas por ela no que diz respeito as causas ambientais. O editorial da Folha  hoje, por exemplo, diz que a provável candidatura Marina Silva à Presidência da República já impõe dificuldades a candidatura da ministra Dilma Ruosseff (PT). O Globo, dos Marinho, em reportagem de Gustavo Paul e Mônica Tavares já coloca em dúvida o pré-sal quanto ao fato do petróleo ser substituído num futuro próximo por uma energia limpa. Vejam o que os dois jornalões falam:

A Folha

A força de Marina Silva [1]

Seria um exagero dizer que a muito provável candidatura da senadora Marina Silva à Presidência da República significará o enterro da candidatura Dilma Rousseff. Mas esse novo fato político já parece ser o mais importante, desde que a corrida sucessória presidencial foi precipitada pelo presidente Lula, ao jogar toda sua enorme popularidade no lançamento da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil à sua sucessão.

Caberia então afirmar que a candidatura da ex-ministra do Meio Ambiente, desfiliada do Partido dos Trabalhadores (PT) e recém-filiada ao Partido Verde (PV), representa, no mínimo, uma pedra no sapato da candidata ungida, justamente por ter condições de arregimentar e mobilizar em seu favor muitas forças que se têm acoplado à trajetória do Partido dos Trabalhadores e seu principal líder há três décadas – e representa um dos mais evidentes sintomas da desagregação político-ideológica do PT, desencadeada, especialmente, a partir da operação de “salvamento” político do presidente do Senado, José Sarney, comandado pelo Planalto (…)

O Globo

Meio ambiente apressa pré-sal [2]

O ritmo da exploração das reservas do pré-sal, estimadas entre 50 bilhões e 80 bilhões de barris de petróleo, nas próximas décadas, será influenciado por fatores que não dependem da vontade do governo brasileiro: a demanda internacional, o nível de reservas existentes e a mudança da matriz energética, cada vez mais voltada para energia limpa.

Aos poucos, o uso dos hidrocarbonetos (petróleo e gás) como energia está sendo questionado. Por isso, o consumo de petróleo tende a ter uma queda ao longo das próximas décadas e, assim, a exploração do pré-sal teria que ser acelerada.

Mas, para analistas ouvidos pelo GLOBO, os futuros governos terão que levar muitas variáveis em consideração (…)

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