por Carlos Alberto Barbosa
Interessante observar que as oposições no Rio Grande do Norte começam a se preocupar com o poder de transferência de votos do presidente Lula (PT), candidato à reeleição e sempre em primeiro lugar disparado nas pesquisas de intenção de voto no estado, e com as obras que estão sendo realizadas e mostradas pela governadora Fátima Bezerra (PT), que decidiu permanecer no cargo até o fim do seu mandato apoiando à sucessão estatual o ex-secretário de Tributação, Carlos Eduardo Xavier [Cadu].
Sem dúvida isso são motivos de preocupações para o ex-prefeito de Natal, Álvado Dias (PL), pré-candidato bolsonarista a governador, e Alysson Bezerra (União Brasil), ex-prefeito de Mossoró, também pretenso candidato ao governo apoiado pelas oligarquias Maia e Alves. Não sem motivos essas preocupações. Aliás, o próprio Álvaro Dias já externou isso em entrevista recente. Bom ressaltar que Cadu vem crescendo nas intenções de voto.
As oposições como não têm o que falar do governo petista da professora Fátima Bezerra, tenta desqualificar as obras que vêm sendo realizadas e mostradas, como por exemplo, o início da duplicação da BR-304, uma rodovia federal que tem recursos do governo Lula em contrapartida com dinheiro do governo Fátima. Um sonho antigo dos que trafegam por esta rodovia e que agora começa a ser realizado.
Ressalte-se que a maioria das obras têm recursos federais, objeto de empenho da governadora Fátima Bezerra junto ao presidente Lula que sempre deu uma atenção especial ao Rio Grande do Norte. Aliás, Fátima Bezerra ao decidir terminar o seu mandato como governadora do Rio Grande do Norte, tomou uma sábia decisão, mostrando ao povo e ao eleitor (a) que vai cumprir sua missão até o fim. Foi um xeque-mate nas oposições.
E sobre o presidente Lula, como ele mesmo afirmou em entrevista ao Brasil 247 esta semana, sua decisão de se candidatar a eeleição não é pessoal, mas “um compromisso, ético, moral e cristão” para impedir o retorno do obscurantismo ao poder.
Faço minhas as palavras do Brasil 247, “o Brasil começa a compreender que o projeto em curso não pode ser interrompido. Que há um caminho sendo reconstruído – de inclusão social, soberania nacional e desenvolvimento – que precisa de continuidade. E que os ganhos do terceiro mandato, que não foram poucos, não podem ser subestimados”.
Foto reproduzida da Internet