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A Praça dos Três Poderes foi o cenário do mais grave atentado terrorista contra o Estado Democrático de Direito brasileiro. Dezenas de milhares de golpistas organizados invadiram as sedes do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal e vandalizaram parte da estrutura dos prédios e destruíram patrimônio público. Uma série de eventos que ocorreu sob a complacência dos agentes de segurança do Distrito Federal.
- Miriam descreve o passo a passo das “cenas inacreditáveis de profanação” das sedes e dos símbolos dos três Poderes da República – e questiona sobre quem financiou os atos golpistas;
- Ela explica por que autoridades como o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o governador afastado do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) podem ser responsabilizados criminalmente “por ação ou omissão”;
- A jornalista analisa a “decisão moderada” de Lula (PT) de decretar a intervenção federal no DF – que irá durar até 31 de janeiro e terá o comando de uma liderança civil;
- Miriam comenta ainda a atuação do ministro da Defesa, José Múcio, que fez “avaliação absolutamente equivocada” em relação aos manifestantes que passaram meses em frentes aos quartéis. E alerta para o “golpismo” em setores das Forças Armadas.
O que você precisa saber:
- Terrorismo: bolsonaristas invadem Congresso, Planalto e STF [1]
- Tempo real: passo a passo dos atos terroristas em Brasília [2]
- ‘Punição exemplar’: Lula decreta intervenção federal no DF [3]
- Distrito Federal: Moraes afasta o governador Ibaneis Rocha [4]
- Brasília: mensagens mostram articulação para terrorismo [5]
- Anderson Torres: AGU pede ao STF a prisão do ex-ministro [6]
- Capitólio: dois anos depois, EUA tornou 950 presos em reús [7]
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Foto: Correio Braziliense