Não tem diferença nenhuma, o script para tentar tirar o PT do poder em 2026 já começou a ser montado e é o mesmo que elegeu o ultradireitista Jair Messias Bolsonaro (PL) presidente da República. O resultado todos sabem. Um governo fascista e negacionista. Desta vez só mudam os nomes, mas o enredo é igual.
Senão vejamos: na eleição de Bolsonaro, o então juiz Sergio Moro, hoje senador, se ofereceu para ser o seu ministro da Justiça, com o compromisso do capitão de torná-lo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Deu com os burros n`água, mas pra facilitar a eleição do patrão tornou Lula preso político, sem chances de participar da eleição que certamente ganharia como ganhou depois que readquiriu os direitos políticos.
A “bola da vez” agora é o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Convescotes é o que não faltam para Campos Neto oferecidos por banqueiros e políticos da direita e da extrema-direita. Bom que se diga que almoço e jantar não são oferecidos de graça, ainda mais na política. Campos Neto quer ser ministro da Fazenda em um eventual governo de ultra-direita. Ou seja, segue a linha da Faria Lima e isso agrada ao “mercado” conservador.
E a imprensa corporativista e neoliberal segue fazendo a pauta do mercado. Fato!
O problema é que o governo Lula não faz política econômica pensando nas elites, mas pensando no Brasil como um todo e, sobretudo, as classes menos favorecidas. Isso é inegociável para o presidente Lula.
Foto reproduzida da Internet