A obra de engorda da praia de Ponta Negra, em Natal (RN), tem sido alvo de críticas contundentes da imprensa nacional, com destaque para reportagens da Folha de S.Paulo [1] que repercutiram investigações do Ministério Público Federal (MPF) sobre possíveis irregularidades no projeto.
- Tubulações “Falsas”: Investigação aponta que a drenagem foi mal executada, com tubos instalados de forma ineficiente, gerando riscos de contaminação e alagamentos.
- Riscos ao Morro do Careca: Relatórios indicam que o aterro hidráulico, em vez de proteger, está acelerando a erosão na base do principal cartão-postal da cidade.
- Falhas de Engenharia e Drenagem: O MPF aponta que a engorda avançou sem a conclusão da drenagem, contrariando o planejamento técnico, o que causou alagamentos frequentes na nova faixa de areia.
- Uso de Verba Pública: A obra, orçada em quase R$ 100 milhões (com grande parte de recursos federais), é descrita em investigações como um “escândalo” e “serviço mal feito”.
- Erosão Acelerada: A estrutura de drenagem inadequada provocou o carreamento da areia nova para o mar e a criação de valas na praia durante chuvas.
A Prefeitura do Natal, por outro lado, nega as irregularidades na drenagem e sustenta que as estruturas seguiram o projeto aprovado.
Foto reproduzida da Internet