A Polícia Federal no Rio Grande do Norte liberou da prisão quatro suspeitos de participarem de um esquema que atuavam contra o sistema financeiro nacional e a ordem tributária, com suspeita de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com ramificação no Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mas deixou preso um empresário espanhol e um avalisador de pedras preciosas. Há um mandado de prisão não revogado contra eles em uma outra ação penal.
Pois muito bem. Lembram que falei tempos atrás de que existe uma Operação Escambo II que não foi revelada pelo Ministério Público Federal. Não estou aqui dizendo que essa outra ação penal do qual o espanhol e o avalisador de pedras preciosas estão implicados tenha algo a ver com a Escambo II. Mas é possível. Há um mistério envolto nessa Escambo II. Já falei sobre isso em outra oportunidade.
Ah, só para lembrar: O jornalista Diógenes Dantas postou em seu blog no dia 5 de dezembro do ano passado a seguinte nota:
Escambo
O zum-zum-zum tomou conta de algumas redações: as transações de doleiros denunciados na Operação Escambo teriam alcançado lideranças políticas na capital. O processo corre em segredo de Justiça, mas corre à boca pequena.
Obs do blog: Só pra lembrar aos leitores que o blog foi o único a publicar uma matéria com base num relatório da PF sobre o assunto. Pra quem não lembra do que estou falando, sugiro ir em Busca, e dar uma olhada na matéria intitulada “Apuração jornalística, investigação policial”. Basta ir em Busca na coluna à direita do Blog e colocar uma palavra-chave que vai saber do que estou falando.