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O Supremo Tribunal Federal começa a julgar, nesta quarta-feira (7), as ações que contestam o chamado orçamento secreto, que consiste no pagamento das emendas do relator no Orçamento sem que apareçam os nomes dos parlamentares beneficiados nos sistemas do Congresso.
As ações para contestar essa prática foram apresentadas pelos partidos PSOL, Cidadania e PSB, que querem que o STF declare essas emendas inconstitucionais, garantindo maior governabilidade na gestão do presidente eleito Lula (PT).
“Se o Supremo anula o orçamento secreto, o poder que o Lula tem vai ser mais fácil de manter. Ele não vai ter que negociar, não vai ter que ceder tanto poder ao Congresso como Bolsonaro cedeu”, explica Breno Pires, da revista Piauí, em entrevista a Natuza Nery.
No entorno do presidente eleito, a expectativa é pelo veto do mecanismo – para Lula, isso é fundamental para negociar com o Congresso pelos próximos 4 anos e pode até determinar o resultado para a presidência da Câmara e do Senado.
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Foto reproduzida da Internet