Na política um fator é determinante para os partidos em se tratando de eleições: Em qualquer eleição, seja ela municipal, estadual ou federal, se faz necessário as agremiações lançarem candidaturas próprias principalmente quando se trata de legendas ditas grandes. É o caso do PMDB, maior partido do Brasil em números de filiados.
O PMDB do Rio Grande do Norte mais especificamente o de Natal, sabe muito bem o que significa não ter candidatura própria. Há três eleições seguidas exerceu o papel de coadjuvante, e hoje colhe os resultados negativos. Agora especula-se uma aliança com o PT e até mesmo com o PSB. O PT já disse que não abre mão da cabeça de chapa. Por sua vez, o deputado federal Rogério Marinho, pré-candidato socialista à sucessão municipal idem. Não abre mão de sua candidatura.
É legítimo a posição dos três partidos. Cada um quer ter candidatura própria para poder crescer, sem o que está fadado a desaparecer ou no mínimo diminuir de tamanho. O PMDB mais uma vez serve como exemplo. Nas últimas eleições municipais só elegeu um vereador – Geraldo Neto -, porque exerceu a função de coadjuvante indicando o vice do deputado estadual Luiz Almir, então candidato a prefeito pelo PSDB. O nome do PMDB para compor a chapa foi o do professor Luiz Eduardo Carneiro. Agora corre esse risco novamente. Suas lideranças parecem que não aprenderam a lição.